

TOQUE DE BOLA Eduardo Chaves
Futebol Nacional e Internacional |
Olá, Amigos do Futebol...
Ok...Perdemos mais uma para Los Hermanos, mas podemos afirmar sem medo de errar que o saldo foi positivo para a Seleção em matéria de observação dos jogadores e do nível das demais seleções que possivelmente enfrentaremos daqui para frente.
Dinamarca e Estados Unidos são, sim, boas seleções e nos ofereceram um bom teste, no qual nos saímos muito bem, não só pelas vitórias, mas sobretudo pela forma com que o esquema de três atacantes se encaixou bem pela primeira vez na gestão Mano Menezes.
O esquema da moda, utilizado com sucesso pelo Barcelona prevê movimentação constante dos homens de frente e a penetração dos meio-campistas vindos de trás (sem nenhuma conotação sexual, por favor rs).
México é uma seleção pronta, com jogadores experientes e atacantes velozes que aproveitaram as poucas chances que tiveram no jogo e nos impuseram uma derrota incontestável. Precisamos jogar mais contra seleções que vão marcar nossa saída de bola e a fragilidade defensiva dos nossos laterais.
Já a Argentina...como diria o personagem Jovem do eterno Chico Anysio, Argentina é outro papo! Os hermanos jogam muita bola, mas deixam jogar! A defesa e o goleiro deles continuam sendo o ponto fraco. Viram que saída ruim do arqueiro cabeludo no gol do Hulk? Só que do meio para frente só tem cobra! Di Maria, Gago e Higuaín jogam fácil em qualquer time e aproveitaram que nossa fraca defesa joga em linha para meter bolas no 'ponto futuro' buscando o 'imperseguível' Messi em sua jogada letal.
E foi assim que os argentinos viraram o jogo contra um Brasil que, apesar da juventude e das fragilidades apontadas acima, jogou como grande seleção que é, ou seja, encarando com coragem um time claramente superior e completo.
De ruim, Mano pode descartar jogadores como Juan, Uvini, Sandro e o lateral Rafael bem como ter muito, muito cuidado com a falta de juízo do Marcelo, a despeito de seu ótimo futebol. Complicado observar também como o Neymar some em jogos difíceis pela Seleção.
De bom, a segurança do Rômulo, a personalidade do Oscar e a certeza de que já viramos a página com relação à velhos medalhões como Kaká e Ronaldinho Gaúcho; precisamos seguir apostando nessa nova geração, com a correção de algumas deficiências.
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