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Prefeito de Teresina e ministra das Mulheres acertam detalhes para inaugurar Casa da Mulher Brasileira em março

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, esteve em Brasília nesta quarta-feira (24) para se reunir com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e avançar nas negociações para a inauguração da Casa da Mulher Brasileira (CMB) na capital piauiense. A previsão é que o equipamento público, que vai oferecer um atendimento integrado e humanizado às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, seja inaugurado em março, mês em que se celebra o Dia Internacional das Mulheres.

A CMB será construída em um terreno cedido pela Prefeitura de Teresina, no bairro Aeroporto, zona Norte da cidade, com um investimento de quase R$ 6 milhões, provenientes do Governo Federal. O local contará com uma estrutura que abrigará serviços do município, do Ministério Público, da Polícia Civil, da Defensoria Pública, do Judiciário e de outros órgãos que fazem parte da rede de proteção às mulheres. Além disso, a CMB terá uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogas, advogadas, pedagogas e educadoras sociais.

Dr. Pessoa destacou a importância da parceria com o Ministério das Mulheres para a realização de uma obra que vai garantir mais dignidade e direitos às mulheres teresinenses. “Aqui as mulheres de Teresina terão todo o atendimento de que precisam em um só lugar, em caso de violência doméstica. Aqui vamos ter o judiciário, o atendimento psicológico, o atendimento social, o centro de referência Esperança Garcia, a guarda municipal e a guarda feminina, toda uma rede de acolhimento para as mulheres”, afirmou o prefeito.

A secretária municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Karla Berger, que acompanhou o prefeito na viagem a Brasília, explicou que a CMB é um espaço para que a mulher em situação de violência seja acolhida de forma humanizada, evitando a revitimização e garantindo os seus direitos. “A violência doméstica é um problema que atinge diversas camadas sociais e equivale a toda ação danosa que venha a ser praticada contra mulher, sejam agressões físicas, patrimoniais, sexuais e psicológicas. A CMB vem como um espaço para que a mulher em situação de violência seja acolhida de forma humanizada, evitando a revitimização e garantindo os seus direitos”, disse a secretária.

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